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O papel da embalagem na comercialização de proteína pelo e-commerce

Na era do varejo multicanal, o consumidor está em busca de conveniência e agilidade, mas não abre mão de uma boa experiência. Um dos setores mais desafiados tem sido o varejo de alimentos que, seja qual for o canal, precisa atender a todas essas questões e ainda estar muito atento a uma questão primordial que é a segurança alimentar.

O bom é que, as mudanças do setor, muito impulsionadas pela pandemia, trazem novos modelos de negócios, principalmente para o mercado de e-commerce. Surgem assim as famosas “dark stores”, ou seja, “lojas escuras” que, fechadas ao público, são destinadas ao armazenamento e à distribuição dos produtos vendidos somente via varejo digital. No Brasil, esse sistema tem crescido significativamente no último ano no setor de supermercados e alimentos. Players como Rappi e Daki tiveram altas metas de expansão em 2021.

Por meio desse sistema, o consumidor pede o que precisa pelo app e o produto chega em 15 minutos, ou até menos. Geralmente, as dark stores estão localizadas em centros urbanos, de modo que possam atender os consumidores daquela região com agilidade. Esse modelo de negócio exige inovação no sistema logístico. Afinal, é preciso velocidade na operação, sem comprometer a qualidade dos produtos, garantindo a experiência do cliente.

Nesse sentido, novos formatos de varejo também exigem novos sistemas de embalagens, principalmente em relação a produtos frescos. Aqui destaco as proteínas, desde cortes nobres, laticínios até as inovações em plant based.

Uma categoria de embalagem que atende muito bem a esse modelo de negócio são os sistemas de proteção a vácuo, seja para carne vermelha, queijo porcionado, frango ou diversos outros tipos de proteínas. Com as embalagens conhecidas como “case ready”, o modelo de negócio das dark stores alcança o diferencial de poder vender e entregar proteína resfriada com qualidade para o consumidor. Isso porque o sistema a vácuo evita a perda de líquido, muito comum de se observar nas convencionais bandejinhas de isopor, principalmente durante o transporte. Outro benefício é a otimização dos custos com mão de obra e a eliminação de materiais com impacto negativo no meio ambiente, como isopor, o que gera um diferencial para o consumidor. Além disso, o produto já chega no varejo porcionado e padronizado, e não necessita de manipulação adicional nas lojas.

Do ponto de vista culinário, o vácuo gera uma maturação da carne resfriada, que não só deixa o músculo um pouco mais macio, mas também melhora o sabor e o aroma.

A embalagem case-ready também possibilita uma excelente comunicação da marca e atende a uma das exigências mais crescentes hoje que é a rastreabilidade. Atualmente, já é possível disponibilizar informações ou códigos de acesso que fornecem detalhes sobre toda a jornada de produção de um corte de carne vermelha, por exemplo.

Sabemos e conhecemos todos os desafios para entregar na casa do consumidor um produto que oferece rastreabilidade, qualidade e a segurança necessária de um alimento fresco, sem nos esquecer da comodidade, praticidade e agilidade que todos esperam. Acredito que esse modelo de dark store com uma embalagem eficiente e inovadora seja a chave para o sucesso dessa operação.

E posso te garantir uma coisa. Nossa conversa ainda não para por aqui… Precisamos falar sobre a importância dos sistemas secundários de proteção. Mas esse tema vou deixar para o meu próximo artigo.  Inovação é o que não falta para o nosso mercado.

Leia também: Dicas de embalagens para roupas no e-commerce

O post O papel da embalagem na comercialização de proteína pelo e-commerce apareceu primeiro em E-Commerce Brasil.

Na próxima semana farei mais um review com depoimento e resenha sobre O papel da embalagem na comercialização de proteína pelo e-commerce. Espero ter ajudado a esclarecer o que é, como usar, se funciona e se vale a pena mesmo. Se você tiver alguma dúvida ou quiser adicionar algum comentário deixe abaixo.

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