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O que esperar do comércio eletrônico para o primeiro semestre de 2021?

A nova realidade do varejo, frente às mudanças ocorridas com a pandemia, trouxeram efeitos significativos aos hábitos de consumo brasileiro. O comércio eletrônico teve um crescimento exponencial em 2020. Em resumo, pessoas que nunca haviam feito compras online se viram “obrigadas” a emergirem em canais online, assim como os próprios empreendedores que se adaptaram a esse modelo para manterem seus negócios.

Com essas mudanças significativas surge o questionamento de como o varejo ficará a partir de 2021, e quais são as expectativas para este ano, considerando as visões otimistas dos especialistas no assunto. O que é perceptível é que o movimento de migração de empreendedores físicos para o online torna-se cada vez mais comum, e está trazendo uma nova forma de visão para seus negócios. Consequentemente os consumidores estarão mais condicionados a também se familiarizarem com esse “novo” formato de realizar compras.

Leia também: Panorama de atendimento online pré e pós-pandemia e tendências para 2021

Uma pesquisa realizada pela Ebit/Nielsen mostrou que as vendas no comércio eletrônico devem crescer 26% e alcançar R$ 110 bilhões no ano de 2021. De acordo com o estudo, o desempenho das vendas pela internet será impulsionado pelo crescimento do número de consumidores, consolidação dos e-commerces locais, fortalecimento dos marketplaces e logística mais ágil. A pesquisa indicou, ainda, que 95% das pessoas pretendem continuar fazendo compras online em 2021.

Com esse varejo híbrido, ou seja físico e online, a tendência é que o mercado tenha um crescimento de negócios omnichannel.

Caminho sem volta

De forma resumida, e na expectativa da reabertura e retomada dos negócios físicos, os empreendedores que atuavam só no físico passaram também a atuar no online, não apenas optando por um deles. Isso é um movimento natural e acontece porque os consumidores se tornaram mais atentos e exigentes quanto às compras online, buscando sempre mais informações e seguranças das lojas virtuais para realizar suas compras, e assim, estarem mais preparados para comparar preços, exigir atendimento mais humanizado e eficaz em caso de intermitências durante a jornada de compra.

Além disso, a pandemia ampliou o desejo do consumidor por conveniência e rapidez, portanto a permanência deles no varejo digital será determinada pela satisfação dos consumidores com suas experiências online além da segurança e credibilidade que esses negócios oferecem na hora da realização da compra.

A Ebit/Nielsen projeta alta de 16% no número de pedidos, que passariam para 225 milhões, e uma expansão de 9% no valor médio das vendas, para R$ 490. As categorias que mais devem se destacar nas vendas online, conforme a empresa, são alimentos e bebidas; bebês; casa e decoração; entre outros. Só no primeiro semestre de 2020, 7,3 milhões de consumidores ingressaram no e-commerce. É quase a mesma quantidade de novos brasileiros que passaram a fazer compras online no ano inteiro de 2019.

E não para por aí, as preocupações com a segurança dos meios de pagamento, fraudes, roubo de dados de cartão de crédito, assim como barreiras geracionais, podem aumentar, deixando esse consumidor mais atento.

Redes sociais mais ativas

Um ponto de atenção é o fortalecimento e consolidação das redes sociais como plataformas de compra e venda, e não somente canais de atendimento e vitrine de produtos. Por outro lado, esta exposição aumenta perigos relacionados a tentativas de fraude, pois estas tendem a aumentar, afinal, esse movimento é comum quando existe um crescimento exponencial do comércio eletrônico, à medida que o número de transações e o número de lojas crescem, elas ficam mais visíveis aos olhos dos fraudadores.

É importante atenção nos novos caminhos a serem traçados, já que esse comportamento foi acelerado na realidade do varejo e do consumidor  brasileiro, e ainda enfrenta resistência por parte dos consumidores que preferem ir às lojas e ver o produto para realizar a compra.

Os empreendedores precisam ficar atentos às novidades do mercado, a segurança do negócio e além disso, saber atender seu cliente. Apresentar soluções rápidas, práticas e seguras pode ser transformador para fazer crescer um negócio online. E claro, oferecer a maior quantidade de informações e segurança para esse novo consumidor sentir-se confortável para realizar sua compra sem sair de casa.

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Na próxima semana farei mais um review com depoimento e resenha sobre O que esperar do comércio eletrônico para o primeiro semestre de 2021?. Espero ter ajudado a esclarecer o que é, como usar, se funciona e se vale a pena mesmo. Se você tiver alguma dúvida ou quiser adicionar algum comentário deixe abaixo.

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