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Tudo o que você sempre quis saber sobre Experiência do Usuário (UX) + 15 dicas incríveis

A experiência do usuário é a grande diferença entre o sucesso e o fracasso de qualquer negócio. 

Qualquer negócio mesmo. 

De qualquer segmento. Físico ou online. Em todas as partes do mundo. 

Uma experiência positiva joga seu negócio nas alturas. Uma experiência negativa arruína todas as suas possibilidades de crescimento.

Eu te mostro como. 

Você já deve ter passado por uma situação parecida com essa. Foi a um restaurante que por fora parecia maravilhoso, sofisticado.

Mas foi só sentar na mesa para começar o aborrecimento. O garçom te ignorou, a comida era ruim. E além de tudo você pagou caro.

Se você é como a maioria das pessoas que eu conheço, nunca mais voltou nesse restaurante. 

Com a sua marca é a mesma coisa: se as pessoas não tiverem uma experiência positiva, vão dar as costas para você. Não tem mistério. 

Sua reputação fica manchada, a cartela de clientes murcha. E aí seu negócio vai pelo ralo.

Acredito que não é isso que você quer.

Por isso, a boa notícia: experiência do usuário é algo tão simples que você provavelmente já está fazendo alguma coisa a respeito.

Mesmo sem saber. 

Mesmo que nunca tenha ouvido falar sobre esse termo, intuitivamente você sabe que é importante.

Mas isso não é o suficiente para encantar seus clientes e prospectos.

Chegou a hora de se aperfeiçoar em experiência do usuário para levar seu negócio para outro patamar. E você está no lugar certo.

Nas próximas linhas você vai saber exatamente o que esse termo significa e quais as vantagens de aplicá-lo no seu negócio. 

E mais: você vai ver os elementos indispensáveis da experiência do usuário para não ter erro na hora de fazer.

Ainda separei 15 dicas para alavancar sua estratégia e vou te mostrar como saber se ela está funcionando.

Depois deste artigo você terá todas as ferramentas na mão para ter um negócio de sucesso de verdade.

O que é experiência do usuário (UX)?

A primeira coisa que eu tenho para falar é que experiência do usuário também pode ser chamada de User Experience (UX), em inglês.

Inclusive, a abreviação estrangeira UX é muito usada aqui no Brasil. Então você vai encontrá-la muitas vezes ao longo do texto. 

Mas o que exatamente isso significa? O que esse termo inclui? Essas são algumas possibilidades de resposta:

  • UX é o primeiro contato com a marca?

  • Apenas o design do produto ou serviço?

  • Talvez o momento da compra?

  • Quando ele usa o produto ou serviço?

  • Ou a relação no pós-venda?

Na prática, é tudo isso e mais. Porque a UX tem a ver com a forma que o usuário interage com o produto, sistema ou serviço, a reação negativa ou positiva que é gerada por essa interação e em que contexto ela acontece.

Uma boa experiência do usuário causa impacto e transformações positivas de verdade na vida das pessoas. 

A UX Inclui as emoções, percepções, respostas físicas e psicológicas da pessoa antes, durante e após o uso do produto ou serviço, de acordo com a ISO 9241-210 (Organização Internacional para Padronização). 

A interação começa no primeiro contato. Na primeira impressão que ele tem da sua marca. E pode se estender até anos após a venda. 

Uma vez que o contato acontece, a experiência do usuário está lá. Porque até quando o usuário só pensa sobre sua marca, vive uma experiência em relação a ela. 

Isso também é UX. 

Para ficar mais claro como essa interação funciona, vou te falar sobre o que está acontecendo agora, neste exato momento. 

Você está lendo conteúdo aqui no blog do Klickpages.

Esse blog foi feito pensando na experiência do usuário. Cada elemento que tem aqui foi escolhido para fazer da sua experiência a melhor possível. 

Por exemplo, no design. 

Para mim quanto mais minimalista é o design, melhor. Porque aí não tem nada que possa tirar a atenção do usuário (que deve estar focado em consumir conteúdo). 

Por isso o layout aqui do blog é tão limpo, com poucas informações ao redor do texto.

Depois, entra a harmonia das cores, fontes, imagens. Tem que ser um site agradável de se olhar. 

Porque a pessoa vai ficar um bom tempo olhando para ele enquanto lê os artigos. 

Mas não só o design. Também tem o conteúdo, que a equipe de conteúdo se empenha  todos os dias para que seja de muita qualidade. Porque nós não queremos que você perca tempo aqui, queremos agregar valor. 

E todo mundo aqui se dedica para que sua experiência seja incrível caso você assine nossa ferramenta ou precise do nosso suporte. 

Percebe como a UX está em tudo? 

E sempre esteve. Mas quem concentrou tudo em um termo só foi Donald Norman nos anos 90 quando trabalhava na Apple como vice-presidente do grupo de Tecnologia Avançada.

Para ele, a Experiência do Usuário tem a ver com a percepção individual de cada usuário. Como cada usuário interage com o produto, sistema ou serviço. 

E não apenas com o design, com a facilidade de uso. 

Mas ninguém melhor do que o próprio Donald para falar sobre experiência do usuário. Saca só essa explicação dele.

UX muda o tempo todo

As latas para conservar comida foram inventadas na Inglaterra em 1810. Mas não existia abridor de latas para acompanhar. 

E as pessoas tinham que ser criativas para abrir as latas.

Uns davam tiros, outros usavam martelo e cinzel, talvez facões. 

O fato é que abrir latas era quase um evento de tão trabalhoso. Só 50 anos depois alguém se tocou que não fazia sentido ter tanto trabalho para abrir as latas. Aí foi lá e inventou o abridor de latas

Desde então, a experiência do usuário com comida enlatada mudou drasticamente. A indústria se movimentou para fabricar abridores.

E o negócio evoluiu tanto que hoje alguns alimentos já vêm com um abridor embutido, para facilitar ainda mais. 

Duvido que agora alguém pense em abrir latas com a ajuda de um martelo ou um facão. 

Ou seja, a UX muda conforme as necessidades das pessoas mudam. 

O Google, por exemplo, era assim quando foi lançado:

Experiencia do usuário na tela inicial do Google

Fonte: Epoca

E agora está assim:

Experiência do usuário na tela inicial do google em 2020

Ou então a Apple, que é um exemplo muito próximo para mim. Eu sou usuário fiel da marca. 

É só pensar desde o primeiro iPhone até agora. O aparelho evolui a cada lançamento, as funcionalidades melhoram. Porque as necessidades mudaram com o tempo.

Todos esses exemplos mostram que os produtos e serviços do mercado precisam acompanhar essas mudanças, ou ficam para trás. 

Qual a diferença entre Experiência do Usuário (UX) e Interface do Usuário (UI)?

Essa é uma confusão muito comum no mercado que eu preciso esclarecer antes da gente avançar. Porque tem muita gente que acha que UX e UI são a mesma coisa.

Não são, como eu vou te explicar. 

A experiência do usuário envolve o todo, desde o primeiro contato do público com a marca, até o processo de pós-venda.

Já a interface do usuário tem a ver apenas com a parte da interação do usuário com o design do produto, serviço, da página, do aplicativo. 

Ou seja, a UI é um dos itens da UX.

É como se UX fosse o arco-íris e UI fosse apenas o azul, por exemplo. Uma fração importante do todo. Porque um arco-íris não é completo sem o azul.

Então a interface é muito importante e o que mais salta aos olhos dos consumidores no primeiro momento.

Donald Norman, que criou o termo experiência do usuário, como eu já te expliquei, bateu na tecla do design da interface. 

Para ele, um design bem feito é mais difícil de perceber do que um design mal feito. Em parte porque bons designs se encaixam tão bem nas nossas necessidades que se tornam invisíveis. 

Mas tem empresa que se preocupa tanto com o visual que peca em outros pontos tão importantes quanto.

Por exemplo, um site com o layout mais lindo do mundo. Você se empolga com isso e compra o produto ou serviço da marca.

Aí quando a entrega acontece, você se decepciona. Quando vai recorrer ao suporte, pior ainda: eles demoram dias para te responder e ainda não conseguem te ajudar de verdade. 

Outro exemplo. 

Se você entrasse no blog do KP e só visse uma página bonita com conteúdo nada a ver, não entraria aqui de novo. Porque a qualidade do conteúdo também faz parte da UX.

Para resumir, essa é a grande diferença: UX é o todo. UI é uma fração do todo. 

Por que a experiência do usuário é fundamental para sua estratégia de marketing e vendas?

Talvez você já tenha prestado atenção nisso, talvez não.

O fato é que a internet facilitou muito as coisas para os usuários. Porque agora eles podem comparar, avaliar marcas e decidir qual é a melhor.

O que significa que eles estão cada vez mais exigentes. Não aceitam nada meia boca, de qualquer jeito. 

E não pense que isso é ruim para você e seu negócio. Porque é a exigência do público que vai te incentivar a ter o melhor produto ou serviço do mercado.

Quanto melhor é o que sua marca oferece, maior o sucesso do cliente e, consequentemente, mais clientes você tem na sua base. 

Não só isso. Melhor você entende quem é seu público, do que ele precisa e como ele precisa.

Com isso, você pode proporcionar uma UX impecável. O que é bom para todo mundo. Para você e para seu público. 

Pois tudo isso traz os seguintes benefícios: 

Aumenta a atenção e o engajamento

Você já bateu um papo com uma pessoa agradável de conversar? Daquelas que você conversa por horas e horas e nem vê o tempo passar.

E você nem precisa fazer esforço para prestar atenção, porque a conversa é tão envolvente que você fica vidrado, querendo escutar e engajar mais no papo.

É esse o efeito que uma UX impecável proporciona para o seu público. 

É fácil manter a atenção e engajar com o conteúdo de uma página, por exemplo, se ele é interessante e gostoso de ler.

E isso é um passo importantíssimo para que você consiga experimentar o próximo benefício.

Ajuda a converter visitantes em clientes

Você já passou por uma situação que estava querendo comprar um produto, mas foi tão mal atendido na loja que desistiu?

Pois é. Esse é o efeito de uma péssima experiência do usuário.

E no digital isso ganha um impacto ainda maior. Porque o seu potencial cliente não está conversando diretamente com uma pessoa.

Mas a decisão de compra dele é baseada nos elementos e conteúdos da sua página.

Então tudo precisa estar alinhado para conduzir o visitante até o momento da conversão por meio de uma experiência agradável que vai impulsionar o desejo de compra.

Fideliza os usuários

Produto ou serviço de qualidade, atendimento e suporte UAU e uma experiência impecável do início ao fim são os ingredientes secretos para ter clientes fiéis.

Daqueles que só compram da sua marca e nem lembram que o concorrente existe.

Esse é o tipo de pessoa que, inclusive, faz marketing por você.

Promove as recomendações

Na hora de comprar um produto, você prefere uma marca que foi recomendada por amigos e familiares ou outra que você nunca ouviu falar?

O marketing boca a boca é uma estratégia muito poderosa, porque ela se baseia na confiança que o seu potencial cliente tem na pessoa que está fazendo a recomendação.

E você só consegue ter esse tipo de marketing no seu negócio, se tiver clientes fiéis apaixonados pelo seu produto ou serviço.

Clientes que foram tão envolvidos pela experiência que você oferece que eles desejam que outras pessoas aproveitem também.

Reduz pedidos de suporte

Se desde o primeiro contato com a sua marca a experiência é excelente, o cliente recebe as informações certas nos momentos certos, o produto ou serviço é intuitivo, o usuário terá poucos problemas ao longo da jornada.

O resultado disso é um número menor de solicitações para o canal de suporte do seu negócio e uma satisfação maior do cliente.

5 pilares indispensáveis da experiência do usuário

Não se engane: uma UX de sucesso não é como mágica. Ela não acontece do dia para a noite. É o resultado de etapas que devem ser bem executadas desde o início.

Na hora de desenvolver um produto, sistema ou serviço, para gerar um impacto positivo, você tem que se colocar no lugar do usuário e pensar no seguinte: 

“Preciso usar?” 

Por que o usuário escolheria o seu produto ou serviço? Que dor/problema ele resolve? Ele é necessário? Faz diferença?

“Consigo usar?”

O que o usuário pode fazer com o seu produto ou serviço? A usabilidade é boa? Ou seja, é fácil e simples de usar? É prazeroso? Dá vontade de usar de novo?

“Quero usar?”

Como o produto ou serviço pode ser desenvolvido de forma acessível e visualmente agradável para o usuário? Ele tem apelo, deixa as pessoas com vontade de usá-lo, de comprá-lo?

O apelo tem muito a ver com sua estratégia de marketing. Gerar desejo nas pessoas é indispensável. Porque ninguém abre a carteira se não sentir que vale a pena.

Para responder essas três perguntas que eu acabei de falar, você pode contar com a ajuda do seu público por meio do feedback, como vou te falar em algumas linhas.

Mas, antes, quero te falar sobre outros 5 pontos indispensáveis para oferecer uma experiência do usuário impecável. 

1. Utilidade

Qual é o problema ou dor que o seu produto ou serviço resolve? Ele é útil para o seu cliente?

Se você não sabe a resposta para essas duas perguntas, você precisa dar dois passos para trás.

Ninguém quer comprar mais um produto ou contratar um serviço só porque parece legal, por gastar dinheiro. 

Para convencer o seu potencial cliente e criar uma experiência de compra que não é forçada, que não parece que você está empurrando algo a todo custo, você precisa apresentar a utilidade da sua solução.

2. Usabilidade

A usabilidade é a capacidade de um usuário alcançar um objetivo específico através de um produto ou serviço específico de forma eficiente, eficaz e satisfatória.

Ou seja, quanto mais rápido, simples e fácil for para o seu cliente ou potencial cliente conseguir chegar a um determinado objetivo dentro da jornada do consumidor, melhor será a experiência.

Pense em uma landing page para o download de um ebook.

Se o visitante precisa passar 10 minutos preenchendo um formulário de captura para fazer um download, a usabilidade é baixa.

Apesar de ele alcançar o objetivo no final das contas, a experiência não é satisfatória, pois há um desgaste em preencher vários campos que não estão diretamente ligados e nem são necessários para que a conversão aconteça.

3. Acessibilidade

Já a acessibilidade está ligada a capacidade de o usuário acessar suas páginas, produto, serviço e informações.

Aqui entra a adaptabilidade das suas landing pages para dispositivos móveis e também o suporte necessário para pessoas com deficiências visuais, auditivas, capacidade motora reduzida…

Por exemplo, se você vende um curso online que é composto apenas de vídeos sem legendas, esse material não é acessível a pessoas com deficiência auditiva.

Logo, ele não oferece uma boa experiência para esse público.

4. Confiabilidade

A confiabilidade garante que a jornada do seu cliente desde o primeiro contato com a marca até o pós-venda seja segura e confiável.

Ou seja, a página de captura onde ele deixou o email possui certificado SSL, os dados do usuário são armazenados com segurança e o seu negócio não venderá ou compartilhará as informações dos clientes com terceiros.

5. Arquitetura da informação

Existem etapas da experiência do usuário que são como uma equipe de televisão. Essenciais para o resultado, mas invisíveis para o público. 

São as etapas da arquitetura da informação, termo criado pelo pesquisador em tecnologia Jesse James Garrett.

Assim como já diz no nome, é parecido com o projeto de arquitetura de uma casa.

Começa abstrato, com ideias; passa pela planta do projeto de construção e decoração e vai até o mais concreto, a casa pronta e decorada.

São 5 passos, para ser mais preciso. Funcionam especialmente para criação de páginas e aplicativos. Mas não vejo motivo para não usar em qualquer tipo de produto ou serviço, é só adaptar. 

Os 5 passos são, do mais abstrato para o mais concreto:

  1. Estratégia: Quais são as necessidades dos usuários e os objetivos da página, produto ou serviço. Ou seja, o momento de unir os seus interesses com os interesses dos usuários. 

  2. Escopo: Quais são as especificações de funcionalidade e qualidades que sua página, produto ou serviço precisa ter.  

  3. Estrutura: Chegou a hora de definir como organizar o conteúdo, as informações do seu projeto. Como o design de interação será feito, ou seja, como as informações vão aparecer para o usuário. Como unir o que você definiu com a sua capacidade de executar, com o que o mercado pede com o que o usuário quer. 

  4. Esqueleto: É o seu primeiro rascunho do projeto. Quando você dá os primeiros passos para colocar em prática. Você pode repetir esse processo quantas vezes forem necessárias e possíveis para chegar até a versão final.

  5. Superfície: Essa é a versão final do seu projeto, aquilo que chega para os usuários. Mas isso não significa que você não possa fazer mudanças quando for preciso. Você pode (e deve). É o jeito de manter seu produto ou serviço sempre atualizado e alinhado com as necessidades do mercado e dos consumidores. 

Obs: Você pode usar mapas mentais para organizar e visualizar suas ideias sem perder o fio da meada. 

15 dicas para oferecer uma experiência do usuário impecável nas suas landing pages

Até aqui é como se você soubesse fazer o básico de uma comida caseira muito gostosa. Mas, se quer realmente impressionar, precisa subir um nível.

Precisa melhorar suas habilidades na cozinha. 

Esse é o objetivo dessas 15 dicas que eu vou falar agora sobre como melhorar a experiência do usuário nas suas landing pages para que ela seja impecável.

Olha só. 

#1 Defina quem é o usuário ideal para a sua marca

Sempre que posso, bato nessa tecla do cliente ideal

Porque se isso não está bem definido, toda a sua estratégia vai por água abaixo. E você não vai conseguir uma UX de cair o queixo. 

Se você não sabe quem quer atingir, como vai proporcionar a melhor experiência do usuário para ele?

Por exemplo. Peça a um adolescente de 17 anos e um idoso de 70 para jogarem algum jogo moderno no videogame.

Não é difícil saber quem vai se sair melhor. Porque é bem provável que o jogo seja desenvolvido para o mais jovem, que não tem dificuldade nenhuma de entender o mecanismo do jogo. 

Talvez em um jogo de cartas, o idoso vai se sair melhor.

O fato é que se a sua persona tem 70 anos, uma experiência do usuário positiva para ela é diferente do adolescente de 17 anos.

Você precisa se colocar no lugar dele. Essas perguntas podem te ajudar nessa missão:

  1. Qual o sexo e idade do seu cliente ideal?

  2. O que ele quer?

  3. Onde quer chegar?

  4. Do que ele precisa?

  5. Do que gosta e não gosta?

  6. Quais são os medos, anseios, preocupações dele?

  7. Como a sua marca pode resolver a situação?

Não esqueça: definir sua persona é o primeiro passo, o que vai guiar todo o resto.

#2 Otimize para as ferramentas de busca (SEO)

A experiência do usuário com a sua landing page começa antes mesmo de o potencial cliente acessá-la.

Principalmente quando se trata de uma branded search. Ou seja, uma pesquisa que inclui o nome da marca.

Se um potencial cliente procura por “landing pages klickpages”, o que ele espera ver de cara nos primeiros resultados é uma página do Klickpages falando sobre landing pages.

Isso parece óbvio.

Mas do ponto de vista técnico, você precisa otimizar a sua página para que isso aconteça.

O Google (e outras ferramentas de busca) utilizam vários critérios para definir quais páginas aparecerão em cada posição dos resultados de uma busca.

Isso tem a ver com oferecer a melhor experiência possível para o usuário do Google.

As ferramentas de busca classificam as páginas de acordo com critérios que elas acreditam serem relevantes para entregarem o resultado pelo qual o usuário está pesquisando.

E para que as suas landing pages tenham mais chances de aparecerem entre os primeiros resultados, principalmente nas branded searches, você precisa seguir boas práticas de SEO.

#3 Mobile First é seu novo mantra

Tem um vídeo que viralizou um tempo atrás que o Pedro Bial deixa o seguinte como o conselho mais importante de todos os tempos: use filtro solar. 

O que eu vou falar agora é o novo filtro solar. Porque quem não se preocupa com isso fica para trás. 

Nunca se esqueça dos dispositivos móveis. A sua página deve ser otimizada para mobile, deve ter um design responsivo.

Porque consumir informação na tela do computador e na tela do celular são experiências bem diferentes.

E se tiver que priorizar um dos dois, priorize o celular. Esse é o princípio do Mobile First, ou seja, celular em primeiro lugar. 

Porque ele já se tornou o principal ponto de acesso à internet do mundo, segundo o relatório Digital in 2018

É só pensar na sua própria experiência. Onde você mais navega na internet: no computador ou no celular? Sem considerar suas horas no trabalho, muito provavelmente é no celular.

Quando o usuário abrir sua página no mobile, a experiência tem que ser positiva. E um dos passos para conseguir isso é com páginas pensadas para essa versão. 

#4 Reduza a velocidade de carregamento da página

Um dos principais fatores que fazem o usuário desistir de acessar a sua landing page, além de ela não ser responsiva, é a velocidade de carregamento.

Você sabe o quanto é frustrante entrar em um site e ter que ficar minutos, MINUTOS, esperando todo o conteúdo carregar.

Pode parecer exagero, mas principalmente para os usuários de dispositivos móveis cada segundo de carregamento faz a diferença entre a pessoa entrar na sua landing page ou desistir no meio do caminho.

O ideal é que o tempo de carregamento não seja superior a 3 segundos. Isso mesmo. 3 segundos é o limite.

Depois disso a taxa de desistência começa a aumentar exponencialmente.

#5 Conheça padrões de design

Algumas coisas já estão tão internalizadas que ninguém precisa ficar explicando muito para que a gente compreenda.

Por exemplo:

Padrões de design afetam a experiência do usuário

Mesmo sem contexto nenhum você provavelmente intuiu que clicar no botão vermelho significaria “não desejo prosseguir” e clicar no botão verde “desejo prosseguir”.

Agora imagina a confusão que seria se os botões tivessem significados opostos.

Uma landing page com boa experiência do usuário aproveita esses padrões de design que já estão consolidados e os utiliza para tornar o acesso mais intuitivo e simplificado.

Falando em acesso simplificado…

#6 Facilite o acesso à informação

Nada pior para o seu visitante do que ele ter que ficar procurando informações na sua página ou site.

Crie uma barra de navegação que leve o usuário para seções específicas da sua landing page que contenha informações úteis para o seu potencial cliente.

Como fez o empreendedor Erico Rocha na landing page do curso dele:

Acesso facilitado de informações melhora a experiência do usuário

Além disso, os textos precisam ser claros e facilmente compreendidos. 

Não use uma linguagem formal demais, palavras complicadas, jargões que o seu público jamais utilizaria e que provavelmente não vai compreender o que você está querendo dizer.

#7 Tenha uma CTA clara e destacada

Lembra do significado de usabilidade, um dos 5 pilares da experiência do usuário?

A capacidade de um usuário alcançar um objetivo específico através de um produto ou serviço específico de forma eficiente, eficaz e satisfatória.

O principal objetivo de uma landing page é gerar uma conversão, que geralmente é a captura do endereço de email de um potencial cliente ou a venda de um produto.

O fato é que a sua landing page só tem uma boa usabilidade e, consequentemente, oferece uma boa experiência, se esse objetivo for cumprido de forma eficiente, eficaz e satisfatória.

E para que isso aconteça é essencial que você tenha uma chamada para ação (CTA) clara e destacada dos outros elementos da página.

Sem isso o seu visitante pode ficar confuso sobre o que ele deve fazer, o que é esperado dele, e consequentemente não conseguir realizar a conversão e acabar tendo uma experiência ruim.

#8 Uma boa UX é intuitiva

Eu não sei se você já entrou em uma loja de móveis usados. Todas que eu já vi são bem entulhadas e desorganizadas (pode existir alguma diferente disso, mas nunca vi).

Encontrar os itens que você quer ali pode ser uma tarefa cansativa. Você fica igual barata tonta olhando de um lado para o outro tentando se localizar.

Já deu para sacar que a UX nesse caso não é muito positiva para muitas pessoas. Porque não é nada intuitiva.

Ou seja, você não sabe onde procurar o que quer. É possível que desista da tarefa, se não estiver super empolgado.

É a mesma coisa com suas landing pages. 

Se você não proporciona uma experiência do usuário intuitiva, na qual a pessoa já saiba o que fazer ou pelo menos por onde começar, a experiência não será positiva para ela.

Por isso, crie coisas simples de usar.  Porque com a simplicidade sua marca chega até muito mais gente. 

Coisas muito complicadas deixam o usuário com a sensação de que ele é burro porque não entende o que ele deve fazer para concluir a conversão. 

Coisas complicadas ocupam muito tempo para serem feitas. Aí ele se irrita e dá as costas para a sua marca. 

Então aposte em simplicidade sempre! Desde uma escrita simples nos seus conteúdos até um produto ou serviço descomplicado, acessível para o público certo e que não dá dor de cabeça em ninguém na hora de usar. 

Até a proposta de venda precisa ser simples. Porque se o prospecto não entender de que forma o seu produto ou serviço faz da vida dele melhor, ele não vai comprar de você. Capisce?

#9 Utilize formulários simples

É muito desconfortável, como visitante, ter que preencher uma série de dados para conseguir, por exemplo, baixar um ebook.

Eu já vi formulários em landing pages que perguntam em qual empresa a pessoa trabalha, site da empresa, quantidade de funcionários, qual segmento, se eles oferecem determinado serviço…

Parece uma daquelas cenas de filme em que uma pessoa tenta resolver algo, mas tem que enfrentar toda uma burocracia antes.

Ou seja, uma experiência nada, nada agradável.

Opte por um formulário simples que peça apenas as informações necessárias, depois em outro momento você pode perguntar mais sobre o seu potencial cliente para conhecê-lo.

Mas jamais faça isso no momento que você está tentando conduzi-lo para a primeira conversão.

#10 Preste um atendimento de qualidade

Sem dúvidas um dos principais benefícios de uma excelente experiência do usuário, como eu já te falei, é a redução nos pedidos de suporte.

Mas isso não significa que não vão ter potenciais clientes que desejem falar com o suporte ou algum atendente depois de visitar sua landing page, principalmente se ela for uma página de vendas.

E aqui está um dos segredos pelos quais muitos dos clientes do Klickpages são apaixonados pela ferramenta:

Um suporte UAAAAU faz toda a diferença na experiência do usuário.

E pode ter certeza de que se antes de comprar o seu produto ou serviço o seu potencial cliente não for bem atendido, dificilmente ele se tornará um cliente.

#11 Seja sempre honesto com seu público

Isso faz parte de uma experiência positiva entre sua marca e o público. Quando não souber algo, diga. 

Quando não puder resolver uma situação, admita. 

O propósito da UX é que os usuários sempre se sintam felizes e satisfeitos com a sua marca. 

Trabalhar a honestidade faz parte desse processo. E não pense que só os usuários saem felizes: você também sai. 

Porque consegue não apenas conquistar mais clientes, como também fidelizar os clientes que já tem. Você aumenta as taxas de conversão e fidelização de clientes. 

Além de que reduz os seus gastos e evita retrabalho. Você provavelmente já ouviu aquela que o preguiçoso trabalha duas vezes. 

É a mesma coisa. Se você deixa a honestidade de lado, está fazendo um trabalho bem mais ou menos. 

Aí os usuários vão ficar insatisfeitos e você vai ter que começar de novo. 

E começar de novo envolve gastos com equipe, por exemplo, que você poderia evitar se considerasse o UX desde o início.

Honestidade e transparência sempre! 

#12 Monitore os resultados

“Como saber se a experiência do usuário está impecável?”

Essa é a parte que eu mais gosto na internet. Porque aqui você não precisa adivinhar nada. Os dados estão todos aí para você olhar. 

Porque você consegue medir métricas e saber que resultados sua estratégia gerou. Os números te dizem com precisão onde você errou e onde acertou. 

Mas os números não são o único recurso que você tem.

Porque você também pode acompanhar o feedback que recebe dos usuários, seja nos comentários, nas curtidas, no engajamento de modo geral. 

Existe ainda um outro método que eu quero falar. Ele é específico para páginas ou aplicativos. E ótimo para quando você criar a Interface do Usuário.

É usar mapas de calor que servem para você ver onde os visitantes da sua página mais clicam, onde eles eles passam mais tempo, por exemplo. 

Duas ferramentas muito boas para você ver o mapa de calor da sua página são o Hotjar e o Crazyegg.

#13 Realize testes

Outra forma de saber se a experiência do usuário está impecável é fazendo testes A/B das suas páginas. 

Aliás, quem é cliente Klickpages já conhece o recurso e sabe como é simples.

Você cria mais de uma versão para ver qual funciona mais. Qual encanta mais. Qual converte mais. 

Isso é importante porque pode achar que tem a melhor landing page do mundo, mas só vai ter certeza quando o público te mostrar.

Ainda na pegada de testes, você pode fazer esboços da sua página antes de lançar a versão final. Você vai economizar bastante tempo e dinheiro, como eu já falei neste artigo

#14 Aceite feedback

Assim como pai nenhum gosta que falem mal do filho dele, empreendedor nenhum gosta de ouvir críticas sobre sua marca.

Eu entendo.  Mas o fato é que você consegue identificar os pontos cegos das suas estratégias quando recebe as críticas de coração aberto.

O que te dá a oportunidade de melhorar e crescer.  E o usuário fica satisfeito quando sente que você o ouviu. Todo mundo ganha. 

Então esteja aberto para ouvir sobre a experiência que os usuários tiveram com a sua marca. 

Faça pesquisas de satisfação, habilite os comentários nos seus conteúdos. O engajamento e a interação dos usuários com sua marca são termômetros para avaliar se a experiência do usuário está positiva. 

E se não estiver, é muito provável que o problema esteja no sistema, não no usuário. 

Um exemplo simples: chuveiro que ou fica muito quente ou fica muito gelado. Parece impossível encontrar a temperatura perfeita. 

Só que o problema não está no usuário que tenta achar o ponto certo. O problema está no sistema que não funciona. 

#15 Otimize periodicamente

E, como eu te falei lá no começo quando estava explicando o que é UX, a experiência do usuário sempre está em mudança.

Então tudo o que você construiu agora e funciona perfeitamente não necessariamente será uma boa experiência no futuro.

Você precisa continuar acompanhando o seu público, descobrindo novas coisas sobre ele e otimizando a experiência que você oferece nas suas páginas e em toda a jornada do cliente com o seu negócio.

Conclusão

Não dá para ter um produto ou serviço de sucesso sem priorizar a experiência do usuário. E não confunda um negócio de sucesso com um boom instantâneo.

Porque sem UX, seu negócio não dura. Marcas excelentes com anos de mercado sabem muito bem disso.

Por isso, neste artigo, eu te mostrei que a UX tem a ver com a interação do usuário com o produto, sistema ou serviço, a reação que ele tem e em que contexto essa interação acontece.

Você também viu que, quando bem feita, ela causa um impacto positivo para os consumidores e para o seu negócio. 

E que você tem que se colocar no lugar deles, pensando se o seu produto ou serviço resolve as dores dos usuários, se é fácil e simples de usar e se dá vontade de ter. 

Eu te mostrei as vantagens como redução de gastos, estratégias de marketing executadas de modo mais eficiente e métricas que colocam um sorriso no seu rosto. 

Além disso, eu te dei 15 dicas para alavancar a UX das suas landing pages.

Depois deste artigo, você está preparado para começar agora mesmo.

Não deixa de me contar nos comentários qual é sua maior dificuldade na hora de otimizar a experiência do usuário.

(Este artigo foi originalmente publicado em 08 de agosto de 2018 e atualizado em 26 de maio de 2020 por Angela de Oliveira para oferecer informações mais precisas e completas)

O post Tudo o que você sempre quis saber sobre Experiência do Usuário (UX) + 15 dicas incríveis apareceu primeiro em Blog Klickpages.

Na próxima semana farei mais um review com depoimento e resenha sobre Tudo o que você sempre quis saber sobre Experiência do Usuário (UX) + 15 dicas incríveis. Espero ter ajudado a esclarecer o que é, como usar, se funciona e se vale a pena mesmo. Se você tiver alguma dúvida ou quiser adicionar algum comentário deixe abaixo.

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