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A logística sob a perspectiva do crescimento do pequeno e-commerce

O e-commerce se mantém na relação dos setores cujas vendas seguem em alta. Grande parte disso ocorre por conta do do impacto da pandemia sobre a economia e o poder de compra do consumidor. Inclusive, o setor foi favorecido por ela como alternativa mais segura, prática e ininterrupta para a compra de produtos. Outro fator de impulso ao e-commerce, e também para os marketplaces, é a entrada de pequenos varejistas no ambiente online. Afinal, também estão colaborando ativamente com o movimento de expansão do comércio eletrônico. São, em geral, varejistas que já tinham loja física e aderiram ao e-commerce para manter seus negócios. Por outro lado, há também os novos varejistas, que surgiram sob a iniciativa de pequenos empreendedores.

Diante da oportunidade (ou mesmo necessidade) no momento em que o emprego escasseou, milhares de pequenos empreendedores viram no comércio eletrônico o meio mais eficiente e fácil de instalar o seu negócio. Talvez, em minha opinião, o único meio possível. Afinal, passamos por um contexto de desaceleração econômica, consumidores arredios e insegurança com as compras presenciais.

São oportunidades de negócios que geram uma importante dinâmica para o e-commerce. Entretanto, também trazem desafios às investidas destes pequenos varejistas no ambiente virtual — especialmente quando tratamos da logística.

Estratégica, a logística representa uma etapa muito importante da experiência do comprador do e-commerce. Afinal, é o momento tangível de todo o processo realizado virtualmente. Nesse sentido, ela tem um peso relevante na decisão de compra, pois os consumidores buscam cada vez mais informações em tempo real e notificações avançadas. Isso sem mencionar as várias opções de entregas, demandas que vêm desafiando cada vez mais os embarcadores, transportadoras e todo o ecossistema do e-commerce.

Conhecer a empresa de entrega, por exemplo, é um fator relevante para o consumidor. Demonstra, por exemplo, que a familiaridade com este fornecedor traz conforto e segurança para a experiência de compras pela internet. Além do delivery, outras formas de entregas estão sendo buscadas. Isso porque muitos consumidores estão pedindo para receber suas encomendas em pontos alternativos às residências, como no local de trabalho.

Considerando estas e outras premissas, é fundamental que e-commerces e marketplaces contem com uma transportadora com uma boa capilaridade ou presença nacional — e que ofereça opções de conveniência nas entregas aos embarcadores e consumidores. O mesmo vale para opções de frete, rastreamento tecnológico, prazos diferenciados, preço competitivo e uma operação sustentável.

Adicionalmente à escolha de um parceiro competente, a gestão de estoque também deve ser cuidadosamente realizada. Mesmo as pequenas empresas precisam conciliar o inventário físico com a disponibilidade de produtos no site, a fim de evitar um fenômeno chamado de ruptura de estoque — ou a indisponibilidade de produtos para o envio dos pedidos ao consumidor final. Por isso, informações de estocagem devem estar sempre atualizadas, para que o problema seja evitado e o próprio site sinalize corretamente que o item está indisponível para venda.

Em termos tecnológicos, os embarcadores devem contar com uma plataforma totalmente integrada com os parceiros logísticos. Neste caso, deve acompanhar a operação desde o começo da venda, passando pela cotação do frete, até a finalização da entrega. Muitas transportadoras estão investindo em sistemas próprios que se tornam funcionais e parceiros de vendas do pequeno e médio varejista.

A embalagem é outra questão a ser observada de perto. Isso porque o cuidado com ela diz muito sobre o comprometimento do embarcador com seu produto e clientes. Para o consumidor final, uma embalagem adequada se traduz em uma entrega realizada com o produto intacto, sem a necessidade de trocas ou devoluções. Para o embarcador, é uma operação com baixos índices de avarias e indenizações. Portanto, estar atento à qualidade da embalagem é fundamental para o sucesso e finalização da entrega.

Por isso, reforço que priorizar a operação logística diária é fator-chave. Afinal, exige que os varejistas:

  • mantenham um controle rígido sobre o estoque;
  • busquem ferramentas para prever a demanda;
  • otimizem processos de logística e de reversa;
  • diversifiquem os meios de entrega;
  • e, para que toda essa engrenagem funcione bem, contem com uma transportadora verdadeiramente parceira.

O post A logística sob a perspectiva do crescimento do pequeno e-commerce apareceu primeiro em E-Commerce Brasil.

Na próxima semana farei mais um review com depoimento e resenha sobre A logística sob a perspectiva do crescimento do pequeno e-commerce. Espero ter ajudado a esclarecer o que é, como usar, se funciona e se vale a pena mesmo. Se você tiver alguma dúvida ou quiser adicionar algum comentário deixe abaixo.

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